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Em muitos bairros, o policial é visto apenas na viatura que passa rápido ou na ocorrência que termina mal. O policiamento comunitário propõe outra presença: o mesmo agente no mesmo território por longo período, conhecido pelo nome, que conversa com o comerciante, participa de reuniões de moradores e sabe quais ruas ficam sem luz à noite. A aposta é que a confiança gerada por essa convivência faça a população colaborar, denunciar e prevenir, em vez de temer. Programas desse tipo existem há décadas em diferentes países e estados, com resultados que variam conforme o apoio institucional e a continuidade.
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